Entrega
Missão cumprida. Livro nas mãos de Carlos Andreazza e da Editora Record para p
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“Câncer é algo que não desejo para ninguém, mas desejo para todos a profundidade que você ganha ao se deparar com o limite da vida”. No seu último livro, o jornalista Gilberto Dimenstein lança mão de uma honestidade desconcertante para nos contar sobre suas reflexões diante da morte e seu contentamento diante da vida, quando a sua existência entra em contagem regressiva.
Em Os Últimos Melhores Dias da Minha Vida, a doença é apenas pano de fundo para uma reportagem emocionante, na qual Dimenstein utiliza o seu olhar criativo para perceber o inusitado diante do que lhe acontecia. “Fui um bom repórter porque tinha a capacidade de ver o que ninguém mais via”, lembra Gilberto, que descobriu estar doente a partir de um sonho.
E é com esta mirada original que revisita sua trajetória, apaziguado pela ideia de ter dedicado toda a sua vida a um propósito social, mas disposto a curar o seu déficit emocional. “A partir de então, o câncer se tornou a chance de eu matar o antigo Gilberto Dimenstein e fazer nascer uma versão melhor de mim mesmo”.
A entrega ao processo de se transformar de taturana em borboleta faz com que o autor passe a festejar a chegada dos passarinhos no seu jardim, o colorido das flores refletidas na janela, o vento beijando o seu rosto enquanto faz seus últimos passeios de bicicleta pelas ruas da Vila Madalena, em São Paulo.
Neste momento, ele troca as polêmicas nas redes sociais pela rede de gentilezas que o acolhe durante a doença e se surpreende com a cumplicidade intensa e incondicional que experimenta ao lado da mulher, a também jornalista Anna Penido, sua parceira nas causas sociais, nas aventuras emocionais e na escrita de sua última obra. “E foi aí que este livro se transformou na grande declaração do amor que eu vivi”.
Estou fazendo o livro circular numa linda roda de leitura entre amigos e familiares. Pura reflexão sobre o sentido do existir.
Aricélia Nascimento
Estou emocionada. Um hino ao amor e à vida. Obrigada por vocês terem registrado essa experiência tão profunda.
Neca Setúbal
Querida Anna. O livro é realmente uma obra linda e emocionante. Consegui ver e ouvir o Gilberto todo o tempo, e pude apreciar o grau de amor e cumplicidade entre vocês. Muito obrigado por ter permitido que nós dividíssemos com você um pouquinho dele. Parabéns pela belíssima obra!
Paulo Hoff
Anna, vocês fizeram duas obras-primas: o final de uma vida e a descrição dele. Emocionante!!! Muito obrigado. Não é mais um pedaço, é o coroamento da vida dele, muito graças a você. Este livro precisa ser traduzido. O livro toca o todo tempo. Mas chorei pela primeira vez na página 96. A partir daí, chorei diversas vezes, quase continuamente, até o final. Beijo.
Cristovam Buarque
Um dos melhores livros que já li. Um conto de verdade, cheio de vida, de amor, de esperança.
Ana Maria Braga
Daquelas leituras que te elevam. Gratidão @annapenido1 por tão intensa e sincera partilha.🙏❤️ Aos queridos @georgia.reginato e @andreotani, gratidão pela disponibilidade em trazer em mãos tão belo presente.🙏 E pra quem quer engrandecer a alma, vale a leitura.
Arthur Zobaran Pugliese
Esse livro foi uma das tantas gentilezas da Anna. A leitura me levou pra lugares tão distintos. Um sentimento de gratidão, compaixão, tristeza, dor, mas, em meio às lágrimas, lendo o trecho final, o amor foi o maior deles. Gilberto Dimenstein, jornalista e ativista renomado, escreve sobre seus últimos melhores dias, após a descoberta de um câncer letal.O livro, seu derradeiro projeto, foi realizado juntamente com Anna Penido, jornalista, especialista em educação, e amor da sua vida. *indicado ao Prêmio Jabuti 2021.
Gabi Buarque

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