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Depoimentos

 

Querida Anna, foi inevitável não escrever-lhe após ter acabado de ler o livro de vocês. As redes sociais têm esta vantagem, nos levar mais perto daqueles que antes eram desconhecidos por nós. Acontece que me envolvi com todo o amor que este livro relata, portanto, peço licença, para exclusivamente, te parabenizar pela partilha de tamanha intimidade e mandar um forte abraço para você e todos que conhecemos nesta história. Espero realmente que você , e todos, estejam bem. Este livro foi muitíssimo importante pra mim. Muito obrigada e um forte abraço.

Amanda Lopes

Oi Anna. Acabei de ler seu livro. Li em um dia, uma sentada. Que forma digna de encarar uma doença que tem significado de morte, desde o diagnóstico. Que forma bonita de dizer “eu te amo” sem dizê-lo explicitamente. Parabéns pelo tom textual repleto de sentimentos. Qto prazer dizer “li agora o livro de minha colega brilhante chamada Anna” e complementar com mais um rol de adjetivos q lhe cabem tão bem. Um abraço afetuoso.

Alberto Freire

Já li tantas e tantas vezes. Gosto da clareza, da realidade, do amor que traz. Como médica paliativista, vendo histórias semelhantes de doença todos os dias, não me canso de admirar histórias de vida ao redor dessas doenças todos os dias.

Lauren Provin

Ai Ana, que lindeza esse livro de vcs. Chorei mto. Mto mto! Até sonhei c gilberto de noite, após a leitura.Olha, só uma pessoa grande pode estar tão em paz diante da sua morte prematura. Que lição!Revi várias entrevistas dele no youtube, encantada e emocionada.Ele me tocou… passou uma lição de dignidade, equilíbrio e coragem. Nunca mais encararei a morte c um olhar penoso (daquele que morre) e nem com temor, medo (da minha própria).Os grandes se vão!Podemo-nos ir todos também, e de peito aberto e em paz, se formos dignos o suficiente para rever nossa vida para além do conforto da memória do bom vivido e “acertado”.Ele é especial demais!Chorei demais qdo ele relatou o amor e cumplicidade de vcs. O seu cuidado, amor, respeito e entrega para com ele no processo de partida. Que história de amor!!!! Que testemunho de vida!Tudo Tao profundo e verdadeiro que daria um daqueles romances dramáticos de chorar sem parar no cinema .Obrigada. Um beijo afetuoso em vc.

Shirlei Martins

A história desse livro já está dada em seu título: a obra narra os últimos (e melhores) dias de vida do jornalista Gilberto Dimenstein, que morreu no início do ano devido a um câncer super agressivo no fígado.Descobri essa obra logo quando ela foi lançada, mas uma parte minha ficou com receio de ler e ser aquela autoajuda batida, com alguma mensagem de superação barata ou algo no sentido. Não estava totalmente errada: esse livro realmente tem um pé na autoajuda (e aqui devemos conversar sobre se isso é necessariamente algo ruim), uma vez que o autor começa a enxergar sua vida, e refletir sobre ela, a partir da doença que o acometeu.Quero deixar claro que o que disse acima não são deméritos da narrativa, apenas características da forma como ela foi elaborada. "Os últimos melhores dias" vai muito além disso. É um livro excelentemente escrito, que emociona quem está lendo e mostra um retrato diferente do Dimenstein que conhecíamos na mídia.E mesmo para quem não havia ouvido falar dele antes, a leitura também vale. Para além de sua profissão, Gilberto Dimenstein foi alguém que decidiu documentar, pensar e falar sobre uma doença mortal que enfrentou. Seus entendimentos da experiência, a forma como encarou isso, a mudança ver a vida, tudo faz com que esse livro seja tocante e muito válido de se ler.

@bemletradas

Ana querida, emocioante o seu livro, não tenho palavras para expressar o meu carinho à você! Parabéns pela excelente profissional, esposa que foi, exemplo de mãe, é um exemplo pra mim!Excelente leitura, traz refelxões importantes para valorizarmos todos os momentos de nossa vida e quem amamos!

Adriane Garcia

Esse livro foi uma das tantas gentilezas da Anna. A leitura me levou pra lugares tão distintos. Um sentimento de gratidão, compaixão, tristeza, dor, mas, em meio às lágrimas, lendo o trecho final, o amor foi o maior deles. Gilberto Dimenstein, jornalista e ativista renomado, escreve sobre seus últimos melhores dias, após a descoberta de um câncer letal.O livro, seu derradeiro projeto, foi realizado juntamente com Anna Penido, jornalista, especialista em educação, e amor da sua vida. *indicado ao Prêmio Jabuti 2021.

Gabi Buarque

Daquelas leituras que te elevam. Gratidão @annapenido1 por tão intensa e sincera partilha.🙏❤️ Aos queridos @georgia.reginato e @andreotani, gratidão pela disponibilidade em trazer em mãos tão belo presente.🙏 E pra quem quer engrandecer a alma, vale a leitura.

Arthur Zobaran Pugliese

Acabei o livro hoje, depois de uma pausa forçada em razão do aniversário da minha filha ontem, senão teria lido num único dia. No início da leitura, me vem um céu em que, aos poucos, surgem algumas nuvens. Cada capítulo encharca essas nuvens de emoção. Só que de tanta emoção, essas nuvens se precipitam em lágrimas com o que você escreve e ficamos leves. Gratidão ao Gilberto, onde estiver e a você, Anna, por nos presentear com essa obra tão linda e essencialmente humana! ♥️

DANIELLA CAVALCANTI, CUIDAR HUMANO

Oi, tenho 25 anos. Eu lia as colunas que o Gilberto escrevia em 2013/14 pra me preparar para os vestibulares, gostava muito... Quero dizer que a leitura do livro de vocês tem me ajudando muito a passar por um fim de 9 anos de “relacionamento” amoroso conturbado... Não sei explicar bem como, mas tem sido um conforto e um exercício bom pra lidar com as minhas emoções e sentimentos advindos desse relacionamento, quase como ajuda terapêutica que não consigo ter no momento. Enfim, não sei como agradecer direito. Obrigada demais ❤️

W.

Li o seu livro três vezes. Às vezes abro aleatoriamente e descubro que estou recebendo resposta a minha angústia. Estou passando por tudo isso, sem deixar uma linha pra trás . É duro, sabemos, porém, com a sua narrativa, tudo ficou mais leve, doce. A percepção de tudo é mais nítida e exuberante. Obrigada por estar me dando a régua e o compasso para tornar esse último ato glorioso e muito digno de ser vivido.

C.

Acabei o livro aos prantos...em tudo me lembrava o Márcio. Incrível a confiança que eles depositaram em nós. Fomos abençoadas, cumprimos nossa missão da melhor forma, e eles foram sabendo que eram amados ♥️

DONI

Li o livro escrito por vcs. Minha mãe faz tratamento de câncer. Tenho tentado buscar ajuda lendo livros de pessoas que passam pelo mesmo e o de vcs foi um deles.

MARIANA

Um dos melhores livros que já li. Um conto de verdade, cheio de vida, de amor, de esperança.

Ana Maria Braga

Não há como não ficar mexida/o com a leitura desse livro. É triste? Inevitável. É bonito? É. Muito. Interessante? Do princípio ao fim! Recomendo. A mim, fez-me um bem danado.

Marília Gabriela

Anna, vocês fizeram duas obras-primas: o final de uma vida e a descrição dele. Emocionante!!! Muito obrigado. Não é mais um pedaço, é o coroamento da vida dele, muito graças a você. Este livro precisa ser traduzido. O livro toca o todo tempo. Mas chorei pela primeira vez na página 96. A partir daí, chorei diversas vezes, quase continuamente, até o final. Beijo.

Cristovam Buarque

Um livro a ser lido. Dos mais bonitos que já editei. Garanto que quem ler não se arrependerá.

Carlos Andreazza

Querida Anna. O livro é realmente uma obra linda e emocionante. Consegui ver e ouvir o Gilberto todo o tempo, e pude apreciar o grau de amor e cumplicidade entre vocês. Muito obrigado por ter permitido que nós dividíssemos com você um pouquinho dele. Parabéns pela belíssima obra!

Paulo Hoff

Estou devorando o livro, chorando e lembrando tanto dele. Parece que está conversando com a gente. Que homenagem linda que vc fez, que história!

Fabíola Cidral

Uau, que livro! A vida está no simples, no singelo, naquilo que nos dá significado. O problema é que passamos a vida em busca do extraordinário, quando na verdade a vida está no ordinário. “Descobri que o jardim da nossa casa é o mais bonito do mundo, porque é o jardim da nossa casa. Passei a olhar para ele de um jeito diferente. Nunca tinha notado que a mangueira dava tantos frutos e cores tão variadas. Percebi que as orquídeas enxertadas nas árvores florescem na época do meu aniversário. Passei a sentir o cheiro do jasmim. Apreciava cada sutileza e me refestelar quando a chuva caía, exalando um festival de fragrâncias” (trecho do livro). O que é essencial? Achei esse outro trecho lindo: “A vida pode não acabar agora, mas vai acabar de qualquer jeito, e essa proximidade da morte nos faz ter a noção do que é essencial, desmontando muitas das nossas ambições de poder e consumo, dos nossos pequenos ódios e ressentimentos. Foi assim que abandonei o meu casulo para nascer borboleta.”

Patrick Santos

O livro é um primor. Seu capítulo final é um presente. Obrigado demais pela generosidade de compartilhar com a gente essas histórias. Parabéns pelo trabalho!

Michel Alcoforado

Considero 'Os Últimos Dias de Minha Vida' um dos mais tocantes livros sobre vida, amor, afetos, sonhos e propósito. É um depoimento honesto e profundo, contundente, sobre como podemos nos reconectar com o que é essencial para a vida”.

Ricardo Voltolini

Anna. Acabo de ler “Os últimos melhores dias de minha vida”, relato e reflexões que misturam coragem e sensibilidade e que me trouxe saudades do Gilberto. Temos uma história em comum que começou lá atrás: seu avô Marcos foi operado em Belém do Pará. As coisas complicaram e ele, então, veio transferido para São Paulo, aos cuidados de meu pai. Um tempo relativamente longo de internação os aproximou e, assim, acabei conhecendo-o em minha casa, em almoços aos sábados, quando meus pais invariavelmente recebiam os amigos. Passei a apreciar as castanhas do Pará que ele com frequência mandava entregar em nossa casa. Contou-me meu pai que, anos depois, foi dar umas aulas num curso em Belém e, obviamente, aproveitou para visitar o Marcos em sua casa. Com nítida emoção e satisfação, lá ele viu um retrato seu, mantido em lugar especial, como gratidão da cura. Assim, quando conheci o Gilberto há algumas décadas, já tínhamos uma história em comum. Contudo, o que me cativou no Gilberto foi sua inquietude em busca incessante de problemas e soluções para questões sociais e a enorme criatividade em tudo que ele se metia. Não posso me esquecer de nosso primeiro encontro discutindo um projeto, ele, o Agop (então diretor do Unicef no Brasil) e eu, que havia recém-fundado uma ONG para a saúde (que infelizmente não sobreviveu mais que alguns poucos anos). O projeto era para entender o porquê da mortalidade infantil no Ceará ser muito inferior à dos estados vizinhos. Depois disso fomos nos encontrando em várias ocasiões, até mesmo em NYC. Durante muitos anos, fomos conselheiros da Fundação Itáu Social, onde era um deleite a expectativa sobre qual proposta fora da caixinha ele iria fazer! Muitas vezes, eu ficava para os almoços após as reuniões somente para podermos conversar um pouco mais e ouvi-lo falar livremente sobre os mais diversos assuntos. Anna, o Gilberto foi um dos caras mais incríveis que encontrei em minha vida e lamento não termos desenvolvido nenhum grande projeto em comum, mas cultivamos uma relação de afeto, admiração e respeito. Tivemos papos e trocas de whats no período da quimioterapia que me emocionaram. Em um momento ele me escreveu: “Vc é uma luz”. Isso sim é que é elogio! A vida é passageira, fica o nome e a obra que construímos. Nesse sentido, Gilberto, ao seu lado, deixou um enorme legado que transcende uma curta vida terrena. Abraço carinhoso.

Raul Cutait

Vale a pena a leitura, para os profissionais da saúde que trabalham com oncologia, pacientes e familiares. O seu olhar para a vida que ainda podia ser vivida, apesar do anúncio da morte, nos faz refletir sobre o nosso viver. Como psico-oncologista, já ouvi várias histórias lindas dos meus pacientes e suas ressignificações. Talvez a minha vivência profissional tenha contribuído para o quanto me senti tocada pela obra. Gilberto teve o privilégio de ser acompanhado em cuidados paliativos pela Dra Ana Cláudia Quintana Arantes e fala dessa experiência. Numa parte do texto que ressalta a importância da ciência, me surpreendi ao ver mencionado um trabalho da equipe de Hematologia e transplante do HC de Ribeirão, com quem trabalhei tantos anos.

Léa Bessa

Dei o livro de presente para uma amiga que ficou viúva há quatro meses e ela me enviou essa mensagem: “Querida amiga, não consegui parar de ler até concluir a leitura. Você NÃO TEM IDEIA do quanto foi bom pra mim este presente. Fiz uma verdadeira catarse!!!! Quanta coisa em comum, que eu não seria capaz de verbalizar!!!!! Não tenho palavras pra lhe agradecer. Um dia quero sentar com você pra compartilhar o que hoje fui capaz de reviver, rir e chorar. Gratidão”.

Rafaela Tenuta

Lendo o livro, me dei conta mais uma vez do quanto o Gilberto foi importante para mim. A começar pelo bairro onde moro, e onde morei na minha primeira temporada paulistana. Gilberto me levou para almoçar na casa dele, e depois caminhamos pelo bairro. Menos de um mês depois já estava morando na Harmonia. Até a faxineira, a Naná, foi ele quem me indicou. Ao ler todas as passagens do livro que tratam da relação de amor dele pela Vila Madalena, me lembrei das tantas vezes que esbarrei com ele pelo bairro. Adoro o nome das ruas do bairro. Purpurina, Girassol, Simpatia... Escolhi ser jornalista, obviamente, muito influenciado pelo meu pai. Mas, quando comecei a trilhar caminhos próprios, minha maior influência em relação aos temas que decidi abraçar foi, seguramente, o Gilberto. Me identifiquei muito quando você conta no livro de seu início no jornal do ACM, da “jornalista cor-de-rosa”. Me lembrei que, no início de minha carreira, comecei a fazer muitas das matérias sobre iniciativas positivas que estavam acontecendo no Rio e no Brasil (aqui já era Gilberto Dimenstein na veia...). Um chefe chegou para mim e disse: “esse seu bom-mocismo não vai levá-lo a lugar algum”. Outro dia estava lembrando que esse meu “bom-mocismo” me levou a Universidade de Michigan, a Columbia, me deu prêmios jornalísticos (hoje olho para trás e acho uma bobagem o valor que eu dava a isso), mas, sobretudo, me deu um sentido para o jornalismo que eu queria fazer.

Antônio Góis

Em 2001, como presidente do Hopi Hari, tive o privilégio de conhecer Gilberto Dimenstein. Tínhamos desenvolvido um programa pedagógico com a ajuda da Ana Olmos, pedagoga da USP, para que os alunos que visitassem o parque pudessem ter uma experiência educativa. Gilberto, como comentarista da CBN, quando soube do programa, fez uma dura crítica. Por meio de José Carlos Teixeira Moreira, fui apresentado a ele para poder explicar nossas intenções. Gilberto, que naquele momento tinha acabado de voltar de Columbia e trabalhava com a Cidade Escola Aprendiz para transformar a Vila Madalena em um bairro-escola, então se encantou com a ideia do parque poder se transformar em uma grande experiência de aprendizagem com diversão. Ele ficou tão empolgado, que passou três dias sem dormir, criando o REP, que viria a ser o personagem mediador das experiências educativas de Hopi Hari. Ele trazia a história dos 11 povos imigrantes que formaram São Paulo. Durante os dois anos seguintes, vivemos intensamente este sonho juntos, formamos mais de 500 coordenadores pedagógicos de escolas públicas, levamos parte do acervo do Museu da Imigração para o parque e criamos oficinas. Em 2001, mais de 500 mil alunos visitaram o parque. Alguns meses depois fui demitido. (Marcelo diz que não havia mais interesse do parque na relação entre educação e entretenimento). Esta experiência foi fundamental para o que viria na sequência, como minha reflexão de propósito e o que me trouxe aqui. Fiquei muito impactado com a morte dele. Chorei muito com o livro. Sinto muito, Gil, que eu não tenha te procurado, e muito obrigado pelas lições e por me ensinar por meio do livro a olhar o que é essencial, sem abrir mão de propósito e relevância. Valeu, amigo.

Marcelo Cardoso

Estou emocionada. Um hino ao amor e à vida. Obrigada por vocês terem registrado essa experiência tão profunda.

Neca Setúbal

É impressionante como o livro toca a todos! Humano demais, lindo demais!

Claudia Costin

O aviso da doença do meu marido me chegou através de sonho também! Mas, no nosso caso, fui eu que sonhei. Eu me olhava no espelho, e me via totalmente sem cor, sem vida. Ficava apavorada, mas quando olhava através do espelho, era o meu marido que estava atrás, sorrindo para mim, e com uma aparência super saudável. No sonho mesmo, interpretei que era ele quem estava com a doença. Só tive coragem de contar sobre ele para uma irmã, e a partir daí, segui com a minha angústia. Meu marido foi diagnosticado com diabetes, através de um programa que fazia parte, na FioCruz, ELSA. Viajamos para a Itália, e eu seguia angustiada, vendo que ele não sentia mais tanto prazer pelos doces. Tentava abstrair o sonho, mas nada me tirava ele da cabeça. Quando voltamos, meu marido sentiu a necessidade de procurar um proctologista, para ver a próstata. Infelizmente o achado foi outro.

Denise Fonseca

Imagino que todo mundo tenha uma história para contar sobre o Gilberto para você. E eu tenho a minha. Em 1990, quando eu estava no segundo ano do colegial, na cidade de São José do Rio Preto, ele foi em nossa escola falar de seu livro em lançamento. Fiquei hipnotizada pela fala dele, pela sua paixão pela escrita, incentivando a todos ali que gostassem de escrever a fazê-lo. Tivemos várias outras palestras com escritores. Mas foi desta que sempre me recordei. Pra mim, tão menina e miúda, era um homem inteligente, bem-sucedido e que me inspirou a buscar meu caminho. Pouco depois, cursei psicologia, e cá estou, 30 anos depois, lembrando daquele dia, mais uma vez. Acompanhei as notícias sobre o adoecimento dele e chorei como criança, quando faleceu. Sempre li textos dele, adorava ouvi-lo na rádio ou vê-lo na tv. Poder ouvi-lo contando sobre "estes dias" me ajudou a dar um significado à minha experiência. Sigo minha trajetória na assistência social, agora sem as palavras dele. Mas também não fiquei só.

Patrícia Caetano Menegazzi

Muito lindo o livro que ganhamos. Merecida homenagem, querida norinha.

Esther Dimenstein

Oi Manna! Acabei de ler seu livro e de tio Gil. Acho que não li antes porque eu sabia que ia ser uma carga emocional bem grande e eu tenho dificuldade de lidar com isso. Mas me senti pronta após nosso veraneio, e foi a primeira coisa que fiz após todos irem embora. Eu de fato chorei, mas eu também ri. Ri por lembrar do jeitão de tio Gil, das piadas e da forma de agir. Consegui materializar cada momento descrito, porque tive a sorte de ter ele na minha vida. Eu me via em tio Gil em muitas coisas, tanto no fato de apreciar uma boa leitura, como na dificuldade às vezes em transmitir amor e afeto. Isso me fez pensar muito. Em cada palavra que eu li sobre a dificuldade que ele passou, eu via você por trás delas. Poxa, como minha irmã foi forte. Como a gente não sabe um décimo do que eles enfrentaram juntos no dia a dia e com tanta coisa que ela lidou. Mas se era possível te admirar mais ainda, eu admiro. Da mesma forma que em cada momento de oração as pessoas emanavam energia porque estavam pensando nele, eu sinto que cada pessoa continua fazendo isso ao ler o livro e se conectar com a história de vocês. E ele está recebendo essa carga de energia. Ao fim do livro e especialmente lendo sua carta, me permiti chorar copiosamente, mas como boa eu, precisei me fechar no banheiro do quarto de tia Fabi para que o risco de qualquer pessoa me ver chorando não me fizesse frear as emoções. Quando acabei, tinha o rosto molhado de lágrimas e lavei na pia. O banheiro estava sem toalha e o único pano no quarto era a camisa da caminhada de tio Gil, que eu deixo do lado, pra quando preciso ligar a câmera em alguma reunião. Enxuguei meu rosto com a camisa em frente ao espelho e, naquele cinza da malha, vi e senti a presença dele me enchendo de amor e a segurei ainda mais forte. Beijos da sua irmã que te ama.

Luiza Penido

Sou médico no interior de São Paulo. Sinceramente, esbarrando no clichê e já me perdoando por isso, estou emocionado. Esse livro me fez um bem tão grande diante da imensa tristeza que me causou. Sei que parece um paradoxo mas o próprio teor da obra mostra que nada mais natural que sermos paradoxais, não é mesmo? O maior paradoxo, em mim, foi refletir o quão pequeno sou e quanto grande posso ser. Que dádiva ter lido vocês. Prazer, de um a mais que vaga nesse mundo, mais um cara que admira Flora, Zeca, Gabriel, Anna e sua filha, Vô Marcos, Giba, a Vila Madalena, as primaveras floridas etc etc etc.

Cesar Esteves

Conheci a "taturana" quando, por 20 anos, atuei como especialista em educação profissional na Diretoria Regional do Senai SP. Me encontrei com a “borboleta" no hotel Ponto de Luz. Passei o réveillon ao lado de vocês, olhei muito o casal, observei e me admirei com tanto amor. Eu precisava muito compreender o processo de transformação de taturana em borboleta. Ontem, ao ler o livro, compreendi o poder do amor que foi responsável pela transformação. Agora estou saciada e embriagada de tanto amor.

Vera Lúcia Souza

Fui a primeira aluna do Colégio Bandeirantes a participar do projeto Cidadania (Gilberto foi parceiro da escola, atuando como consultor de diversos projetos, dos anos 1990 até 2016. Também ajudou a estruturar os cursos de Humanas do Ensino Médio). Eu só tinha 15 anos. Depois, a convite de Gilberto, fui para o Folhateen (antigo caderno do jornal Folha de S.Paulo, dedicado aos adolescentes). Estava para prestar vestibular, é claro, em jornalismo, quando ele me disse que a minha escrita iria comigo para onde eu quisesse ir, que era meu olhar humano que me tornava única. Fui ser psicóloga, escrevi um livro com Sofia Esteves sobre carreira para jovens; e ele me ajudou em tudo no livro. Gilberto me ajudou a publicar meu segundo livro também, um que fala e celebra o amor pela minha filha, que nasceu num dia 29, inclusive (Dimenstein faleceu em 29 de maio de 2020). Quase parti com a chegada dela e decidi que todo dia 29 eu escreveria uma carta. Quando ela fez dois anos, compilei todas em um livro. Nunca tive coragem de mandar esse livro para o Gilberto, achei que ele acharia meloso demais, muito autocentrado, sem nenhum impacto social, falava da minha quase partida com a sua chegada. Quando li o livro de vocês, pude fazer as pazes comigo, com o meu desejo de ver Nina crescer acompanhada do meu amor por ela registrado ali. E estou escrevendo um com meu irmão agora. No dia que Gilberto partiu, tive a notícia que meu irmão querido, Gustavo, está com um câncer grave no cérebro. Foi um dia muito forte para mim. Que meu irmão possa viver os melhores dias da sua vida. Ele me manda áudios diários sobre o que está sentindo e eu tenho transcrito. Lendo vocês, escolhi o título do livro (sou como Gilberto, que adora nomear as coisas antes mesmo de vê-la pronta): Felizes para frente!

Renata Maglioca

Me emocionei em várias páginas, não queria que o livro acabasse. Como bem descreveu a Ana Maria Braga, "não é um livro triste sobre a morte, mas sim, uma reflexão sobre a vida”. Lendo, eu muito aprendi. Dimenstein era gigante, e o livro é uma coletânea das intervenções sociais que ele fez. Ele era brilhante! Anna, a sua entrega e o seu amor também são gigantes e o livro deixa muito claro a sua intervenção de amor que vai muito além da vida terrena.

Gisele Moreira

O texto é uma verdadeira injeção de esperança, ânimo, foco. Ler o livro pela segunda vez me tornou uma borboleta.

Isabela Guimarães

Me inspira, futuca, empurra. Traz uma energia boa de amor e de força. O livro é você e Gil continuando a espalhar coisa boa pelo mundo, afetando tanta gente.

Luciana Phebo

Anna, queria te contar uma coisa, da minha vida, que de alguma forma foi um dia tocada pela sensibilidade do Gilberto — mesmo sem ele jamais ter sabido. Em 2005, minha filha Sofia nasceu prematurinha, de emergência, com 32 semanas. Ficamos três meses com ela na UTI. Dias intermináveis de coração em suspenso e inúmeros sentimentos. Quando saímos, meu marido e eu decidimos contar aquela história, para, de alguma forma, mostrar a importância da humanização nesse processo. Do amor, do batalhão invisível que joga contigo além do médico. Eu sou jornalista e tinha escrito um diário. O Nauro é fotógrafo e tinha milhares de fotos. E estávamos exatamente no processo de formatação dessa exposição, que aconteceria dentro do hospital, quando uma amiga me liga pra avisar de um programa na tv. Era dia 8 de março de 2006, e naquele dia a Ana Maria Braga fez um programa com mulheres que são inspiração. E o Gilberto indicou a Maria Júlia Miele. Ele recém tinha escrito sobre ela, na Folha, depois de ler o seu livro "Mãe de UTI - amor incondicional”. Eu assisti o programa e na mesma hora que ouvi aquele relato tão familiar, enviei um mail para Maju. Ela estava dando início a uma ONG chamada Instituto Abrace, com esse objetivo: apoio mútuo às mães de UTI, troca de informações tão fundamentais etc. Em Sorocaba, outra mãe chamada Denise (também jornalista, como nós) tinha tido gêmeas, perdeu uma das filhas ainda na UTI, e lidava com a mesma situação que eu no pós hospital. Nosso contato aconteceu através daquela conexão semeada pelo Gilberto. E o mais incrível disso tudo. Sabe como se chamam as nossas filhas? Sofia. A da Maju, que ela conta no livro, faleceu no home care com um ano. A minha tem 15 anos, assim como a da Denise. Tocamos desde esse encontro o Instituto Abrace juntas. Já fizemos muitas ações dentro dos hospitais. Nos primeiros anos, lançamos uma Cartilha das Mães de UTI e agora estamos na luta para inclusão das crianças que são grupo de risco, como as nossas, que ficaram com alguma sequela, à vacinação contra Covid. Queria dividir contigo o quanto o teu marido foi importante para fazer nascer esse abraço atemporal chamado Instituto Abrace.

Gabi Mazza

Muito emocionante. Não posso dizer que conheci bem Gilberto, mas tive contato com tanta coisa maravilhosa que ele desenvolveu e com muitas pessoas ele tocou. Ele nunca será esquecido.

Ana Fortes

Eu, que devoro as páginas, li desta vez em conta-gotas, com pausas de vários dias entre um momento e outro. Quis reter a ressonância do testemunho do Gilberto, me deixar encharcar, e sobretudo sentir. Me acharam meio estranho por várias vezes aqui em casa, nestas últimas semanas… Meus dois irmãos morreram de câncer, e intuo que será o meu caminho também. Mas, mais importante do que isso, é que nas poucas vezes que estive com Gilberto o achei muito parecido comigo — eu, muitos andares abaixo dele em matéria de talento, claro. O capítulo taturana, eu poderia ter escrito para falar de mim. Por isso sabia que o livro poderia me ajudar, e me ajudou muito mais do que conseguiria te transmitir com palavras.

Daniel Raviolo

Gilberto e Anna nos mostram como é possível viver para além da doença e descobrir a vida na ameaça da morte. Fiquei tão agarrada ao livro que sentia uma angústia quando percebia que as páginas por vir ficavam mais fininhas.

Else Richwin

Quando eu estudava na PUC corria para ler as matérias de Gilbertos Dimenstein para me informar, gostava de suas palavras, de suas descrições e tínhamos muitos interesses em comum. Em geral pelas crianças e pelas desigualdades sociais. Não foi sempre que concordei com Dimenstein, mas sempre o admirei. Agora ainda mais. Como dizia Rubem Alves, devemos saber em qual altar ajoelhamos para rezar e para qual santo damos nossas velas... Eu não estava enganada. Velas acesas e apagadas. Dimenstein ganhou mais uma vez minha admiração! Entre lágrimas e risadas tive o privilégio de ver o paliar gentil dos últimos dias de Dimenstein. A forma de cuidar dos últimos dias de sua vida, de aproveitar seu tempo me tocou profundamente. Uma das reflexões mais profundas que me surgiram com o livro é sobre a contemplação. Se não formos capazes de viver o momento presente, não podemos nos emocionar, e se não nos emocionamos com a vida, ela não se enche dela mesma e ficamos buscando sempre mais. Ficamos num vazio mesmo tendo realizado muitos feitos. Mesmo tendo conquistado muitos sonhos, se não pudermos ter nossa mente instaurada no ‘aqui e no agora’, se ela estiver no passado ou no presente, não vamos ter nem memória do agora. Contemplem! Observem o momento! Cuidem de cada instante em si mesmos. Quanta generosidade, quanta delicadeza! Estou encantada e agradecida por este presente que ele nos deixou! Parabéns, Anna, por sua partilha!

Luciana Torrano

Escrevo esse texto chorando. É sofrido e ao mesmo tempo belo. Gilberto foi jornalista e escritor, mas foi por meio dos afetos que descobriu que o que temos de significativo na nossa história são as conexões que criamos. O livro narra, de forma doce, todo esse processo até a inevitável morte. Também é uma declaração de amor a Anna, que foi parte desse caminhar no limiar da vida.

Yaciara

Sem a menor pretensão de ser autoajuda, o livro é um relato comovente e visceral, de quem descobriu o sabor da vida após ter sido diagnosticado com um câncer no pâncreas. Gilberto, que destilava cidadania e cultura aos brasileiros, era um idealista que não se cansava de querer promover a liberdade e o bem comum. Encurralado pelas mazelas de uma doença terminal, resolveu transcender e relatar em um livro emocionante a sua trajetória final vitoriosa rumo ao desconhecido. Pelo comentário dele, transcrito do livro, já dá para perceber o valor de seu conteúdo. "Câncer é algo que não desejo para ninguém, mas desejo para todos a profundidade que você ganha ao se deparar com o limite da vida. Não queria ter ido embora sem essa experiência. Não queria morrer sem antes desfrutar de todo esse encantamento”.

Sergio William de Oliveira Campos

Refletir sobre a vida e a morte passou a ter um novo sentido!

Roseni Reigota

Estou fazendo o livro circular numa linda roda de leitura entre amigos e familiares. Pura reflexão sobre o sentido do existir.

Aricélia Nascimento

A paixão de vocês e a admiração pelos pequenos detalhes da vida são tocantes. Admiro sua força Anna, assim como admiro o Dimenstein desde a minha adolescência, quando conheci os livros “Meninas da Noite” e “Cidadão de Papel”.

Elaine Silva Rocha Sobreira

Li devagar, aproveitando cada um dos momentos dessa crônica bem típica de Dimenstein. Acompanho o trabalho dele há muitos anos e foi muito bom reencontrá-lo. Estou espalhando o livro que se une a "Seis Propostas para o Próximo Milênio", como livro de cabeceira. Parabéns, Anna Penido, pela coragem — imagino a emoção ao redor da escrita.

Dênio Magno

Vendo a Vila Madalena com mais doçura e beleza.

Margareth Ribeiro da Silva

Um livro que pretendo carregar comigo pelo resto da minha vida, para relê-lo sempre. Em vários momentos, me lembrei da frase de Sêneca, no escrito "Sobre a Brevidade da Vida", que diz: "Deve-se aprender a viver por toda a vida, e, por mais que tu talvez te espantes, a vida toda é um aprender a morrer". Aprendi muito com o relato de Gilberto, com o seu relato. Então, muito obrigado.

Olavo Nogueira

Admirava Gilberto há muito tempo, desde que li “Meninas da Noite” quando ainda estava na faculdade. O livro me tocou muito. Já tive duas vezes câncer e nos dois diagnósticos pensei na proximidade da morte. Sempre acreditei muito na ciência, nos médicos que me atenderam e na força e energia da minha família e dos meus amigos queridos. Rezei por Gilberto algumas vezes.

Milena

Foi no final, na sua parte, que as lágrimas correram soltas. Que linda história. De vida e de amor. De entrega e de cumplicidade raras. Você é especial, sensível e forte. De fato um presente na vida do Gilberto.

Adriana Queiroga

Que bálsamo para o meu coração! Também perdi meu amado faz pouco tempo… Muito obrigada mesmo. Em três dias, meu coração e mente emocionados e confortados!

Lena Mendes

Minha mãe é ávida por livros. Esses dias, me pediu um para ler e dei o de vocês. Do alto de seus 90 anos, disse: "esse livro tem um aprendizado em cada página, e que escrita inteligente".

Martha Dourado

O livro me deixou muitas provocações e reflexões sobre como levar a vida com leveza, escolher nossas prioridades e ser forte e resiliente diante das dificuldades. Obrigada por tanto!

Giuliana Ortega

A cada página virada, um turbilhão de sentimentos percorreu o meu interior. Meus olhos estão ainda marejados de repleta alegria e profunda identificação. Minha mãe, Lucia Gubert, educadora da rede pública municipal e estadual, teve leucemia mielóide aguda no fim de 2014. Infelizmente ela partiu para o plano espiritual em setembro de 2015. Ela adotou seis filhos. Três deles, por inspiração, também são educadores (me incluo nesta parcela, rs). Ler a história de vocês teve um grande significado, pois trouxe-me de volta lembranças da minha mãe, o meu grande amor.

Isaac Gubert

Apesar de todo sofrimento, considero esse tipo de despedida a melhor pra todo mundo. Tanto pra quem vai quanto pra quem fica. Lembrei muito de meu avô, que também faleceu de câncer, e o processo parece ser o mesmo para todos. Conheci Gilberto quando li uma reportagem no UOL sobre o pedido de desculpas que ele fez a Marcelo Tas. Achei uma atitude linda. Tempos depois li uma reportagem sobre o seu falecimento. Que livro lindo.

Laís Sales

Estou impactada pela beleza desse livro, gerado pelas manifestações do amor. Gilberto Dimenstein vivo está nas suas obras, nas lembranças afetivas e no grande aprendizado que deixou. Um novo e atento olhar para essa fase da vida, substituindo a amargura, a revolta, tão próprias do sofrimento. Em todo esse contexto, Anna, você o conduziu com extrema delicadeza, eficiência, dedicação, num exercício pleno do Amor.

Luiza Pinheiro

Oi, Anna, tudo bem? Me chamo Marcos Bresser, sou arquiteto e marido da Luisa, que é dona de uma lojinha de croissant em Pinheiros. Essa semana, uma amiga me trouxe o livro do Gilberto para mostrar um trecho no qual ele comenta sobre o croissant que recebeu da loja. Ficamos muitíssimo emocionados, não podemos nem descrever o quanto. Um grande abraço, Marcos e Luisa.

Marcos Bresser

Querida Anna, primeiro me desculpe se isto soar como uma intimidade que não temos, mas não poderia deixar de agradecê-la neste plano e ao Gilberto em oração! Há um bom tempo venho tentando ver a vida com outros olhos, com esta perspectiva tão linda que vocês conseguiram passar. E espero do fundo da minha alma que ela consiga atingir muitas pessoas.

Dafne Sudatti

De arrepiar! Que história, que vida, que sensibilidade... quantas lições. Me emocionei em muitas partes, chorei bastante. Há quase dez anos perdi meu pai para um câncer maldito e chato. Meu pai não teve chance de tratamento, faleceu no dia em que descobriu que estava com a doença (um tumor de 15 cm no fígado e muitos outros no pulmão... até onde foi possível fazer exames). Os principais sintomas apareceram dias antes da morte, foi muito rápido, difícil de assimilar e acreditar, pois sempre foi uma pessoa saudável. Vi na história de vocês um pouco da história de muitas pessoas.

Marcos Martins

Eu já estava muito interessada pelo universo dos cuidados paliativos, e me deparei com eles, agora, com o adoecimento do meu pai. Estou fazendo o máximo para aproveitar os últimos melhores dias da vida dele. Obrigada.

Daniele Leite

Anna querida. Nós nos conhecemos quando eu tinha só 11 anos, e mesmo sem termos mantidos encontros frequentes, eu ainda sinto uma conexão, uma admiração muito grande por vocês. Eu acho que eu nunca te contei isso, mas sua atuação no campo social sempre brilhou muito meus olhos e com certeza me ajudou a trilhar o caminho que estou seguindo. Li o livro e, para mim, que conheci a casa da Vila Madalena, foi uma sensação muito gostosa ver as árvores e entender de qual pôr do sol vocês se referiam. O legado de Gil é enorme e ressoa em todos de alguma forma!

Clara Limongi

Terminei de ler o livro na varanda da nossa casinha em Gonçalves. O entardecer chegou, as luzes do dia foram partindo, e assim, quase no escuro, concluí a leitura. O cenário virou uma metáfora da história, não podia acender as luzes naquele momento. Obrigada por compartilhar com o mundo essa linda e profunda história de amor.

Camila Aragon

Dei o livro de presente para minha sogra que acaba de perder seu marido. Um companheiro de 60 anos a quem ela amava profundamente. Penso que ler o livro vai ajudá-la a superar a dor da perda. Depois te conto a experiência dela com a leitura.

Maria Cláudia

O livro é tão gigante que espalha na gente uma espécie de luz, daquelas que é capaz de fazer qualquer noite amanhecer e jamais desistir dos sonhos. Mulheres, mulheres! A forma como amamos engrandece a humanidade.

Fafá

Ainda sob o efeito arrebatador do fluxo vigoroso do amor que transforma a morte em vida. Porque as verdadeiras histórias de amor nem sempre terminam como nos filmes, mas a de vocês irá se expandir pra dimensão onde um dia vocês se reencontrarão. É a história de AMOR mais bela que eu já presenciei. Que venham os novos ciclos que partilharemos.

Valéria M. Tanuri

Comecei a ler com um “medinho” de que ficasse angustiada com a história… mas fui surpreendida por uma paz que crescia a cada narrativa de Gil! Claro que é uma história triste, mas ela transmite amor e a vontade de ler, ler e ler, mesmo sabendo qual será o final! Aqui em casa todos me chamam de “pau seco” pois sou muito difícil de chorar! Não chorei mesmo, até o capítulo onde você escreve para Gilberto. Chorei como há muito tempo não fazia. Mas foi por perceber o quão linda foi a história de vocês, o quanto é bonito um amor como o de vocês, e que certamente é eterno!

Fernanda Silveira

Gilberto entrou na minha vida com um livro. E vc fez esse ritual de passagem ser perpassado com um outro tão arrebatador, que transmutou meu medo e pesar com a morte a uma experiência de beleza, entrega e amor profundo. Só sendo um ser de muita luz pra fazer essa alquimia.

Gislene Moreira

Na Índia, eu agora moro aqui, acredita-se que a morte é o momento mais importante de nossas vidas. As pessoas passam a vida toda se preparando para que essa passagem seja feita de forma consciente. Lendo o livro de vocês, o que vinha na minha cabeça o tempo todo era o papel lindo que você teve em ajudá-lo a fazer essa passagem consciente; em ajudá-lo a experimentar o “surrender”. O momento da entrega, do surrender, é quando experimentamos o “ser um” com a vida, com o universo. Foi com você e por você que Gilberto conseguiu experimentar essa unidade.

Maria Clara

Vendo um pôr do sol lindo aqui na Vila Madalena, acabei de ler o livro de vocês. Esse livro fez eu me sentir o tempo todo diante de uma flor, como as que imagino no jardim de vocês. Forte e delicado ao mesmo tempo.

Bruna Waitman

O livro é sensacional. Uma obra-prima. Tem “poucas” páginas mas uma só vale por 100. Li em algumas horas e enrolei no final para degustar. Faz jus ao mestre Dimenstein.

Carine Terlon Barreto

Eu, que nasci dentro da Umbanda, tenho um enorme respeito por todas as linhas religiosas, senti como se estivesse lendo um livro psicografado pelo próprio espírito do Dimenstein. O ano de 2020 me marcou por decidir seguir o mantra que criei para mim: "O que você quer fazer com a segunda metade da sua vida? Eu escolhi vivê-la". Este livro só reforçou a minha próxima etapa. Em 2021 vou cuidar da minha alma, já que em 2020 cuidei do corpo, da matéria.

Luis Fernando Guggenberger

Surrender. Aceitar o que não podemos mudar. Lição de 2020 e deste livro. Ele é uma história de amor e de amor à vida, de um jornalista com o propósito de tornar o mundo um lugar mais justo e igualitário.Ter um propósito e por ele viver é o que nos conecta com o mundo. Dimenstein não parou de nos ensinar… O valor de cada dia, a força e a beleza das memórias da infância.

Laize de Barros

Somos sugados por nossos afazeres e nos esquecemos de admirar aquilo que está debaixo de nossos olhos. Falar sobre as memórias do coração é dar a chance para voltarmos a ter a capacidade de admirar, de contemplar e de usufruir da vida!

Cecília G Toldi de Carvalho

Memórias: os cheiros, as cores, as imagens, as flores, a infância. Tudo passa, o que realmente importa, fica.

Claudia Xavier

Fui à praia e finalizei a leitura com os olhos cheios de lágrimas. Gratidão, Anna Penido, por compartilhar através desse livro um pedacinho do monstro sagrado que foi o Gilberto. "O amor constrange!”.

Edilene Gonçalves

Comprei e deixei um pouco de lado. Me protegi porque achei que era triste, uma vez que a doença está neste momento presente em nossa família. Abri ontem e não parei de ler. Devorei cada capítulo. Adorei o que falava sobre os dias de bundar. Chorei de emoção boa. Terminei um pouco depois da meia-noite. Sempre priorizei tudo que podia do Gilberto Dimenstein. Admiração profunda. Tenho uma gratidão imensa pelo seu exemplo. Tive a sorte de dizer isto para ele algumas vezes. Ele escreveu o livro que tirou da “invisibilidade” redes de exploração sexual de crianças pobres, o "Meninas da Noite". Foi o primeiro livro que li quando, em 2002, decidi me dedicar a esta causa. Quantos ensinamentos em seu jornalismo investigativo e ativista me serviram de base para minha atuação no campo social.

Ana Maria Drummond

Logo na primeira reunião que fizemos com Gilberto Dimenstein, sobre a sucessão no Catraca Livre (site criado por Dimenstein, em 2008, que traz matérias sobre eventos culturais, cidadania, educação e carreira, entre outros temas) sentimos que estávamos diante de uma pessoa brilhante. Com uma folha A3 em branco e sua caneta tinteiro — era assim que começava cada reunião —, Gilberto deu uma aula sobre envelhecimento, superação e desapego. Ao longo do trabalho, encarou o processo de sucessão com muita coragem e disposição. E assim, fizemos juntos a passagem de bastão de uma de suas maiores criações, o Catraca Livre, para seu filho Marcos Dimenstein. Desde então, a Une se tornou apoiadora de seus projetos sociais e toda nossa equipe admiradora pessoal dele, da Anna Penido e de Marcos e Gabriel (filho mais novo de Gilberto). É por tudo isso que “Os últimos melhores dias da minha vida” fará parte do legado deste grande ser humano, a quem tivemos o prazer de conhecer e de conviver.

Rogério Faé Rodrigues